Posts filed under ‘Cinema’

Magnificent Warriors

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Finalmente assisti este que é um dos filmes mais famosos da Michelle Yeoh, e também do gênero dos filmes de luta.

Na estória ela interpreta uma espécie de aventureira freelancer, trabalhando para o avô fazendo entregas de armas que ele vende para as pessoas. Em um desses trabalhos mostrados no ínicio do filme ela vai entregar uma encomenda em um vilarejo, mas os bandidos se recusam a pagá-la. É óbvio então que ela os enche de porrada, e pega as armas de volta, hehe. Um dos momentos altos desse trecho do filme é quando ela usa uma daquelas metralhadoras de manivela contra eles, enquanto vai embora.

Depois quando ela retorna recebe do seu avô a missão de ir ajudar um agente secreto chinês, nos arredores de uma pequena cidade tomada pelo exército japonês, que pretende transformá-la em um local produtor de armas químicas. Com a ajuda de um nômade trapaceiro (que a príncipio ela confunde com o agente) eles organizam um movimento de defesa contra os invasores japoneses, depois que o líder da cidade decide deixar de colaborar com eles e enfrentá-los.
As sequências de luta e ação são muito boas, já que Michelle estava no auge de sua carreira.

25/09/2015 at 9:27 pm Deixe um comentário

Vikings, os Conquistadores

Finalmente assisti esse filme, Vikings, os Conquistadores (The Vikings, 1958), tinha baixado ele faz um tempão, mas ficava enrolando pra vê-lo. E devia ter visto a muito mais tempo, pois ele é ótimo, não só pra quem é fã do tema mas também pra qualquer pessoa que goste de um épico emocionante e empolgante.

A estória acontece num período entre os séculos VIII e IX D.C. , quando os vikings atacavam constantemente a ilha da Inglaterra. Em um desses ataques o rei viking Ragnar mata o rei Edwin, da Northumbria, e violenta a rainha Enid. O irmão do rei, Aella, assume o trono, e a rainha, para proteger o filho bastardo que teve causado pelo ataque, manda que ele seja criado longe dali. Vinte anos depois Aella ainda sofre com as investidas dos vikings, ainda mais porque é auxiliado por um nobre inglês, que depois que é desmascarado se junta aos invasores, e continua a lhes desenhar mapas do território inglês.

Ao se juntar ao rei Ragnar e a seu filho Einar o traidor inglês, Egbert, consegue convencê-los a interceptar o navio que trazia a princesa Morgana, que estava comprometida a se casar com o rei Aella. A idéia dele era levá-la de volta exigindo um resgate, mas na verdade o que ele realmente planejava era levar o escravo Eric, pois tinha reconhecido nele o filho da rainha Enid, e portanto legítimo sucessor ao trono inglês. Mas seus planos são frustrados porque Einar resolve tomar a princesa para si, e quando vai tentar possuí-la Eric o nocauteia e foge com Morgana, pois está apaixonado por ela, assim como ela por ele. Quando os vikings saem em seu encalço o navio de Ragnar afunda, e Eric o resgata do mar, levando-o prisioneiro para Aella, que o executa, além de cortar uma das mãos de Eric, por este ter tido um pouco de misericórdia na execução do velho rei viking.

Depois disso Eric retorna à terra dos vikings, e os ajuda a chegar com mais precisão e eficácia à Inglaterra, participando do ataque ao castelo do rei, na intenção de resgatar Morgana. Mas Einar ainda não desistiu dela, e os dois terão que se enfrentar, até a morte de um deles.

Eu achei o filme ótimo, uma produção muito requintada, preocupada com a fidelidade em relação aos detalhes. Inclusive foi notável perceber que eles não cometeram um clichê pavoroso comum quando se trata dos vikings, que é aquele absurdo dos elmos com chifres, como se fossem vacas. Os elmos que eles usam são iguais aos usados pelos vikings na vida real. A se lamentar apenas o fato do Kirk Douglas não ter usado barba, destoando um pouco da aparência dos demais vikings. Mas isso é meio que explicado de uma maneira até bem-humorada no começo do filme. E as paisagens são deslumbrantes, principalmente quando mostram os navios vikings chegando e saindo de suas terras. Inclusive aquelas são locações feitas na própria Noruega. O livro foi baseado em um livro, chamado The Viking, do autor Edison Marshall. Espero um dia conseguir ler, pois imagino que seja tão bom quanto o filme, talvez até mesmo melhor.

15/06/2011 at 11:36 pm 2 comentários

O Guarda-Costas Em Ação

Anteontem eu vi, em um post do IMDB no Facebook, que está sendo cogitado lá em Hollywood um remake do filme O Guardas Costas, aquela tranqueira com o Kevin Costner e a Whitney Houston. Daí me lembrei de que já existe outra versão, uma chinesa, com o Jet Li, chamada O Guarda-Costas Em Ação (Zhong Nan Hai bao biao, 1994)

Na estória um corrupto homem de negócios comete um assassinato, e a única testemunha é a namorada de outro empresário, amigo do governo chinês. Então um guarda-costas de Pequim é enviado pra protegê-la, mas as coisas não correm tão facilmente como eles esperavam, por ela se recusar a cooperar nos procedimentos de segurança, e principalmente porque os dois começam a se sentir atraídos.

Motivos pra essa versão ser imensamente superior à  outra não faltam. Pra começar, não se tem aquela maldita música, com aquele refrão insuportável, uma gritaria ridícula, que pra aumentar o nosso sofrimento, muitas pessoas acham que sabem fazer igual, e aí dá-lhe mais berros ridículos e constrangedores.

Além disso é óbvio que o Jet Li é um ator de ação infinitamente melhor do que o Kevin Costner (se é que dá pra considerar este último como sendo um ator do gênero), as sequências de ação e luta da versão chinesa são muito mais legais e empolgantes, e pra terminar a mulher que o guarda-costas tem que proteger é muito mais bonita do que a do filme americano, na minha opinião.

Então pra quem quiser assistir uma estória legal com este tema, eu recomendo que vejam este filme. Tenho certeza de que depois que o fizerem nunca mais vão suportar ver aquela bomba com a Whitney Houston, que eu não recomendo nem pro meu pior inimigo (seria crueldade demais).

25/02/2011 at 9:12 pm 3 comentários

O Maior Amante do Mundo

Na madrugada de hoje passou este filme na tv, O Maior Amante do Mundo (The World’s Greatest Lover, 1977), e mesmo já tendo assistido algumas vezes eu vi novamente, porque vale a pena, é uma comédia muito boa.

Na estória, que se passa durante a época do cinema mudo, o personagem de Gene Wilder, um padeiro neurótico e frustrado, resolve tentar um teste que um estúdio de cinema está promovendo, pra escolher o próximo galã de seus filmes, e assim tentar obter o mesmo sucesso que outro estúdio tem conseguido com os filmes do astro Rodolfo Valentino.

Mas o que o pobre aspirante a estrela de cinema não imagina é que sua jovem esposa, assim como a maioria das mulheres da época, é apaixonada por Valentino, e aproveita a ida para Hollywood para tentar “fugir” com ele. Mais eu não posso contar sem estragar a surpresa de quem resolver assistir o filme, hehe

Uma coisa que eu gosto nesse filme é que ele é daquele tipo de filme cuja qualidade do humor se baseia no talento do protagonista, nos seus trejeitos, gags. Não como na maioria das comédias de hoje, onde poderia-se colocar qualquer um no lugar dos atores principais que não faria diferença. Além de Gene Wilder outros atores que também têm esse talento que eu posso citar seriam Steve Martin, John Candy, Richard Pryor.  E no caso do Wilder o seu dublador faz uma voz que contribui pra deixar as cenas ainda mais engraçadas, pois combina perfeitamente com o tipo neurótico e estabanado da maioria de seus personagens. Eu sei que muita gente tem aversão a filmes dublados, e eu até concordo. Mas em comédias acho que esse recurso mais ajuda do que atrapalha, ainda mais se forem do tipo “pastelão” como esta do post. Então eu indico este filme, quem tiver a oportunidade assista, pois não vão se arrepender.

10/09/2010 at 9:18 pm Deixe um comentário

Kurosawa

O dia de hoje, 23 de março, é uma data muito especial na história do cinema, pois é o dia em que se celebra o nascimento de um dos maiores gênios da arte de se fazer filmes: o japonês Akira Kurosawa. Se estivesse vivo hoje estaria completando um século de vida, e com certeza teria realizado muitas outras obras de arte espetaculares, além das que nos deixou.

Obras essas tais como Sanjuro, Yojimbo, Trono Manchado de Sangue, Sonhos, Ran, Dersu Uzala, Rapsódia em Agosto…, e o deslumbrante e arrebatador Os Sete Samurais.

Kurosawa soube retratar a alma nipônica de uma maneira assombrosa, hipnotizante, e também muito honrosa. Sem dúvida foi um grande porta-voz de seu país, mesmo que tenha recebido pouco reconhecimento por isso entre seus conterrâneos, infelizmente.

Por este trailer de Os Sete Samurais pode-se ter uma idéia da grandiosidade de seu trabalho, que permanecerá para sempre na história da sétima arte:

24/03/2010 at 12:23 am 2 comentários

A Princesa Prometida

Há algumas semanas esse filme passou na tv, e como eu nunca tinha assistido inteiro, só algumas partes, aproveitei pra ver. Na estória um garoto está de cama, doente, e por isso sua mãe chama seu avô, pra lhe fazer companhia e entretê-lo. O avô resolve ler um livro pra ele, coisa que logo ele não gosta muito. Mas muda de idéia quando o avô lhe diz que na estória haverão lutas de espadas, gigantes, um príncipe malvado, uma linda princesa, e também alguns beijos, afinal nada é perfeito.

Sobre a estória do livro, uma princesa vive como camponesa, tendo um jovem empregado, que ela trata com distância e frieza, mas que depois acaba assumindo que o ama e eles passam a ser namorados. Mas um dia o empregado resolve sair em busca de aventuras, e como ele não retorna e surjem rumores de que ele foi morto por um temível pirata, a princesa se conforma e resolve aceitar o pedido de casamento de um sombrio prínicpe. Depois disso ela acaba sendo raptada por três bandidos, e quem vai em seu socorro é o pirata que supostamente matou seu grande amor.

Eu gosto do filme, nas partes ambientadas na estória que o avô conta pro neto é aquele conto de fadas bem clichê, mas nem sempre ser clichê é sinônimo de ser ruim. E mesmo assim o filme não é daqueles sisudos e chatos, tem muito bom humor e um clima bem leve e agradável. A atriz Robin Wright está muito linda no papel da princesa, com um semblante melancólico que só a torna ainda mais encantadora. E o pirata que vem em seu auxílio tem aquele ar debochado, cínico, que torna personagens assim irresistíveis, mesmo sendo, aparentemente , um vilão. Quem tiver a oportunidade de assistir eu recomendo que o faça, não vão se arrepender.

08/03/2010 at 6:28 pm 3 comentários

The Hunt for Gollum

Uma das coisas que acho fascinante na obra de J. R. R. Tolkien (além é claro da própria qualidade das estórias) é que é um universo muito “aberto” às discussões entre os fãs. Não só as estórias oficiais, presentes em grande tamanho nos livros, mas também aquelas passagens menos desenvolvidas, que são citadas apenas de relance, para explicar algo que aconteceu antes ou depois.

E uma dessas passagens teve este resultado, um filme independente, feito por fãs, sem intenções de lucro, apenas para a diversão dos aficcionados pelo grandioso universo criado por Tolkien. O filme, lançado há alguns meses, conta um momento da estória da Terra-média quando Aragorn, a pedido de Gandalf, sai em busca de Gollum, na tentativa de alcançá-lo antes das forças do mal e assim impedir que ele revelasse onde se encontrava o Um Anel (no momento com Frodo, no Condado).

E Aragorn (aqui ainda usando a alcunha de “Passolargo”) atende prontamente o pedido de Gandalf, usando de todo o seu talento como explorador e guia para encontrar pistas que possam levá-lo a encontrar Gollum.

Depois de algum tempo sua busca tem sucesso, e ele aprisiona a criatura em um saco, e continua sua peregrinação, tentando encontrar um caminho de volta seguro, afastando-se dos perigos que rondavam as terras ermas naquela época.

Infelizmente Aragorn não é totalmente feliz nessa empreitada, e acaba encontrando grupos de orcs, que por pouco não saem vitoriosos e o derrotam. Mas por sorte ele é favorecido com uma ajuda inesperada, e assim consegue completar sua missão e levar Gollum ao encontro de Gandalf.

Eu gostei do filme, mesmo com um orçamento limitado os idealizadores conseguiram fazer algo de muita qualidade, que proporciona muito prazer a quem o assiste. Merecem todos os nossos aplausos. E em breve devemos ter outro fan-movie para apreciarmos, chamado Born of Hope, este enfocando os pais de Aragorn e seus primeiros anos de vida. Mal posso esperar!

18/11/2009 at 1:29 am 1 comentário

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