Magnificent Warriors

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Finalmente assisti este que é um dos filmes mais famosos da Michelle Yeoh, e também do gênero dos filmes de luta.

Na estória ela interpreta uma espécie de aventureira freelancer, trabalhando para o avô fazendo entregas de armas que ele vende para as pessoas. Em um desses trabalhos mostrados no ínicio do filme ela vai entregar uma encomenda em um vilarejo, mas os bandidos se recusam a pagá-la. É óbvio então que ela os enche de porrada, e pega as armas de volta, hehe. Um dos momentos altos desse trecho do filme é quando ela usa uma daquelas metralhadoras de manivela contra eles, enquanto vai embora.

Depois quando ela retorna recebe do seu avô a missão de ir ajudar um agente secreto chinês, nos arredores de uma pequena cidade tomada pelo exército japonês, que pretende transformá-la em um local produtor de armas químicas. Com a ajuda de um nômade trapaceiro (que a príncipio ela confunde com o agente) eles organizam um movimento de defesa contra os invasores japoneses, depois que o líder da cidade decide deixar de colaborar com eles e enfrentá-los.
As sequências de luta e ação são muito boas, já que Michelle estava no auge de sua carreira.

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25/09/2015 at 9:27 pm Deixe um comentário

As Tribos Germânicas

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Assisti este documentário ontem. Ele fala, em quatro episódios, sobre as tribos germânicas, desde seu primeiro confronto com o Império Romano, na metade do século I A.C., até o princípio de sua cristianização, em meados do século V da nossa era.

Interessante notar que mesmo após terem sido conquistados pelos romanos continuaram a lutar pela independência, o que veio a acontecer sob o comando de Arminio (Herman no idioma alemão), que armou uma emboscada para o exército de Roma dentro da floresta, anulando assim a grande superioridade romana no combate em campo aberto, e acabou com três legiões inteiras, aproximadamente vinte mil soldados. Porém, após terem acabado com o domínio romano em suas terras os nobres da sociedade germânica demonstravam uma grande apreciação pela cultura romana, como mostram os vários artefatos e jóias dessa origem encontrados em seus restos mortais.

Outro fato fascinante contado no documentário é sobre a linha de defesa que Roma contruiu nos limites de seu império ao leste, depois desse abandono do território germânico. Chamada de “lime”, era uma barreira de 568 quilômetros de extensão, mas como, ao contrário da famosa Muralha de Adriano na Inglaterra que foi feita de pedras, foi feita de madeira não resistiu ao passar dos anos. Existiam também várias torres de vigia no percorrer dessa muralha, onde os sentinelas montavam posto e se comunicavam entre si usando tochas.

Mais adiante o documentário fala do rei Clóvis, que na metade do século IV começou uma sucessão de vitórias sobre os reinos rivais, e como atribuía isso à sua conversão ao cristianismo ajudou a espalhar pelo continente essa nova religião. Ele é considerado por muitos como o fundador da França, por ter conquistado de volta dos romanos e unificado a antiga Gália.

30/07/2015 at 10:05 pm Deixe um comentário

Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 1.500 vezes em 2011. Se fosse um bonde, eram precisas 25 viagens para as transportar.

Clique aqui para ver o relatório completo

31/12/2011 at 8:57 pm 1 comentário

A Infelicidade da Juventude

A Infelicidade da Juventude.

O que faz da juventude um período infeliz é a caça à felicidade, na firme pressuposição de que ela tem de ser encontrada na existência. Disso resulta a esperança sempre malograda e, desta, o descontentamento. Imagens enganosas de uma vaga felicidade onírica pairam perante nós revestidas de formas caprichosamente escolhidas, fazendo-nos procurar em vão o seu original. Por isso, nos anos da juventude, estamos quase sempre descontentes com a nossa situação e o nosso ambiente, não importando quais sejam; porque lhes atribuímos o que na verdade pertence, em toda a parte, à vacuidade e à indigência da vida humana, com as quais só então travamos o primeiro conhecimento, após termos esperado coisas bem diversas. Ganhar-se-ia bastante se, pela instrução em tempo apropriado, fosse erradicada nos jovens a ilusão de que há muito a encontrar no mundo. Porém, é o contrário que acontece: na maioria das vezes, conhecemos a vida primeiro pela poesia, e depois pela realidade.Na aurora da nossa juventude, as cenas descritas pela poesia resplandecem diante dos nossos olhos, e o anelo atormenta-nos para vê-las realizadas, a tocar o arco-íris. O jovem espera que o curso da sua vida se dê na forma de um romance interessante. Nasce, então, a ilusão descrita no já mencionado segundo volume da minha obra principal. Pois o que confere a todas aquelas imagens o seu encanto é justamente o facto de elas serem meras imagens, e não a realidade, e nós, por conseguinte, ao intuí-las, encontrarmo-nos na calma e na suficiência plena do conhecer puro. Tornar-se realizado significa ser preenchido pelo querer, que inevitavelmente produz dores.

Arthur Schopenhauer, in ‘Aforismos para a Sabedoria de Vida’

28/08/2011 at 9:52 pm Deixe um comentário

Vikings, os Conquistadores

Finalmente assisti esse filme, Vikings, os Conquistadores (The Vikings, 1958), tinha baixado ele faz um tempão, mas ficava enrolando pra vê-lo. E devia ter visto a muito mais tempo, pois ele é ótimo, não só pra quem é fã do tema mas também pra qualquer pessoa que goste de um épico emocionante e empolgante.

A estória acontece num período entre os séculos VIII e IX D.C. , quando os vikings atacavam constantemente a ilha da Inglaterra. Em um desses ataques o rei viking Ragnar mata o rei Edwin, da Northumbria, e violenta a rainha Enid. O irmão do rei, Aella, assume o trono, e a rainha, para proteger o filho bastardo que teve causado pelo ataque, manda que ele seja criado longe dali. Vinte anos depois Aella ainda sofre com as investidas dos vikings, ainda mais porque é auxiliado por um nobre inglês, que depois que é desmascarado se junta aos invasores, e continua a lhes desenhar mapas do território inglês.

Ao se juntar ao rei Ragnar e a seu filho Einar o traidor inglês, Egbert, consegue convencê-los a interceptar o navio que trazia a princesa Morgana, que estava comprometida a se casar com o rei Aella. A idéia dele era levá-la de volta exigindo um resgate, mas na verdade o que ele realmente planejava era levar o escravo Eric, pois tinha reconhecido nele o filho da rainha Enid, e portanto legítimo sucessor ao trono inglês. Mas seus planos são frustrados porque Einar resolve tomar a princesa para si, e quando vai tentar possuí-la Eric o nocauteia e foge com Morgana, pois está apaixonado por ela, assim como ela por ele. Quando os vikings saem em seu encalço o navio de Ragnar afunda, e Eric o resgata do mar, levando-o prisioneiro para Aella, que o executa, além de cortar uma das mãos de Eric, por este ter tido um pouco de misericórdia na execução do velho rei viking.

Depois disso Eric retorna à terra dos vikings, e os ajuda a chegar com mais precisão e eficácia à Inglaterra, participando do ataque ao castelo do rei, na intenção de resgatar Morgana. Mas Einar ainda não desistiu dela, e os dois terão que se enfrentar, até a morte de um deles.

Eu achei o filme ótimo, uma produção muito requintada, preocupada com a fidelidade em relação aos detalhes. Inclusive foi notável perceber que eles não cometeram um clichê pavoroso comum quando se trata dos vikings, que é aquele absurdo dos elmos com chifres, como se fossem vacas. Os elmos que eles usam são iguais aos usados pelos vikings na vida real. A se lamentar apenas o fato do Kirk Douglas não ter usado barba, destoando um pouco da aparência dos demais vikings. Mas isso é meio que explicado de uma maneira até bem-humorada no começo do filme. E as paisagens são deslumbrantes, principalmente quando mostram os navios vikings chegando e saindo de suas terras. Inclusive aquelas são locações feitas na própria Noruega. O livro foi baseado em um livro, chamado The Viking, do autor Edison Marshall. Espero um dia conseguir ler, pois imagino que seja tão bom quanto o filme, talvez até mesmo melhor.

15/06/2011 at 11:36 pm 2 comentários

A Liberdade da Auto-Suficiência

A Liberdade da Auto-Suficiência

Quanto mais uma pessoa tem em si, tanto menos os outros podem ser alguma coisa para ela. Um certo sentimento de auto-suficiência é o que impede os indivíduos de riqueza e valor intrínseco de fazerem os sacrifícios importantes, exigidos pela vida em comum com os outros, para não falar em procurá-la às custas de uma considerável auto-abnegação. O oposto disso é o que torna os indivíduos comuns tão sociáveis e acomodáveis: para eles, é mais fácil suprotar os outros do que eles mesmo. Acrescente-se a isso que aquilo que possui um valor real não é apreciado no mundo, e aquilo que é apreciado não tem valor. A prova e consequência disso estão no retraimento de todo o homem digno e distinto. Assim sendo, será genuína sabedoria de vida de quem possui algo de justo em si mesmo, se, em caso de necessidade, souber limitar as suas próprias carências, a fim de preservar ou ampliar a sua liberdade, isto é, se souber contentar-se com o menos possível para a sua pessoa nas relações inevitáveis com o universo humano.

Por outro lado, o que faz dos homens seres sociáveis é a sua incapacidade de suportar a solidão e, nesta, a si mesmos. Vazio interior e fastio: eis o que os impele tanto para a sociedade quanto para os lugares exóticos e as viagens. O seu espírito carece de força impulsora própria para conferir movimento a si mesmo, o que faz com que procurem intensificá-la mediante o vinho. E muitos, ao tomar esse caminho, tornam-se alcoólatras. Justamente por isso, os homens precisam sempre de estímulo exterior, e do mais forte, ou seja, dos seus iguais. Sem ele, o seu espírito decai sob o próprio peso, prostrando-se numa letargia esmagadora.

Arthur Schopenhauer

05/05/2011 at 8:58 pm Deixe um comentário

Príncipe Caspian

Depois de um longo e vergonhoso hiato, finalmente criei vergonha na cara e retomei minhas leituras. Como eu estava lendo a série As Crônicas de Nárnia este foi o primeiro livro desta minha volta, Príncipe Caspian, o 4º volume da série.

A estória deste livro continua a partir do 2º volume da série, O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa, no qual o quarteto de irmãos formado por Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia descobrem o mundo de Nárnia, ajudam os habitantes a se livrarem da tirania da Feiticeira Branca, e depois se tornam reis e rainhas de lá, reinando por vários anos.

No início do livro eles estão em uma estação de trem, esperando pra viajarem pra suas respectivas escolas, pois seus períodos de férias acabaram. Mas enquanto estão lá começam a sentir uma sensação estranha, como se estivessem sendo puxados por uma força invisível, e o local ao redor deles se transformando radicalmente. Quando esse processo termina, eles se vêem não mais em uma empoeirada estação urbana, mas sim em uma praia, tendo logo atrás de si uma floresta muito fechada.

Depois de explorarem o lugar e analisarem as evidências e pistas se dão conta de que estão de volta à Nárnia, porém muitos séculos depois do período em que reinaram. Percebem pelo estado das ruínas das construções que algo deve ter acontecido, que mudou totalmente o país, e provavelmente afetou a vida dos habitantes. Quando ainda estavam decidindo o que fazer e pra onde ir, são surpreendidos com a visão de uma execução, de um anão, chamado Trumpkin, por soldados telmarinos. Então decidem invervir, salvando a vida do pequeno prisioneiro, e ele lhes coloca a par dos acontecimentos, que resultaram na situação em que Nárnia se encontra.

Então decidem ir na ajuda do príncipe Caspian, para auxiliá-lo a depor o tirano rei Miraz, tio de Caspian. Inclusive os quatro irmãos foram trazidos à Nárnia por Caspian, quando este soprou a corneta mágica de Susana, para que algum auxílio fosse enviado, apesar deles não saberem qual seria. E Trumpkin havia sido capturado pelos soldados de Miraz justamente quando se dirigia às ruínas do castelo de Cair Paravel, um dos locais ao qual havia sido enviados mensageiros, para verificar se a ajuda realmente teria chegado.

Eu gostei do livro, apesar de achar menos interessante que o volume anterior, O Cavalo e seu Menino. Talvez por ele repetir os mesmos personagens de O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa me pareceu menos surpreendente. As partes que mais gostei são as de quando é contada a estória do crescimento de Caspian, sua educação e treinamento para se tornar um bom possível rei, e o evento da rebelião durante uma reunião secreta, quando outro anão, chamado Ninabrik, traz como convidados uma velha feiticeira e um lobisomem, mas eles demonstram ser de nenhuma confiança, e durante uma grande briga acabam mortos, não sem antes causar a morte do próprio Ninabrik.

No final da estória Aslam cria um portal para mandar de volta à Terra as crianças, e também telmarinos que desejem retornar à sua terra natal (pois Aslam lhes explica que eles não são naturais de Nárnia e lhes conta a estória de sua chegada lá), deixando assim o controle com os habitantes nativos, os animais e criaturas mágicas.

02/03/2011 at 11:09 pm Deixe um comentário

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